Falando Sobre Filhos: Quanto Você Conhece o Seu?

A proposta hoje é de proporcionar uma reflexão aos pais sobre seu papel, e repensar alguns padrões, ou novos padrões comportamentais. 
Na Clínica costumo utilizar algumas atividades com os responsáveis das crianças em atendimento, quando a questão é a orientação aos pais.

Em alguns casos, este responsável pode compartilhar durante o atendimento suas percepções, para que seja possível auxiliar para que assim consiga ressignificar e construir novas formas de comunicação, desenvolvendo novas habilidades comportamentais e cognitivas em busca de relações parentais mais saudáveis.

É importante que os pais tenham um espaço para relatar suas emoções, expor seus sentimentos e emoções, sem que haja qualquer tipo de julgamento. Um espaço para poder reavaliar e ressignificar sentimentos junto ao filho.
Criar um momento diário para reflexão e ação é muito importante. Separe cinco minutos de seu dia para isto! Afinal, não existe uma escola que prepare as pessoas para assumir os papéis de pais. 

Por isso, sempre haverá receios e angústias, não há uma receita mágica a ser seguida para ser bons pais, por isso, reflita e reveja... Não há problemas em perceber que algo não está bem e tentar melhorar.
Primeiramente, sugiro criar uma meta: Qual é o tipo de pai, ou mãe, que você pretende ser?

Em um segundo momento, compreenda esta relação! Quais são as preferências de seu filho, você saberia dizer qual a cor, comida, brinquedo, brincadeira, desenho animado, história ou local que ele mais gosta? Converse e confira com ele.

Em outro momento, reflita sobre seus pontos positivos e negativos. Enquanto responsável, observe o que seria um pai ou uma mãe ideal em seu ponto de vista e então analise o que precisa melhorar para se tornar o “ideal”.
Além de se observar, faça comparações. Como você vê os outros pais? O que seria um bom pai ou boa mãe para você? Quais as atitudes que seu filho tem que você não gosta, e quais as que te agradam? Quais os comportamentos positivos que se parece com você e quais os negativos que também se parece com você. 

Afinal, os filhos seguem os passos dos pais. Observe o que ele tem aprendido com você. Seja realista!
Analise a autoimagem de seu filho, destacando pontos positivos e outros negativos. Quem seu filho é para você? Como imagina que será no futuro? E como as outras pessoas vêem? 

Confira as outras sugestões na segunda parte do texto, no próximo artigo.
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