A força-tarefa da Operação Lava Jato no Rio de Janeiro anunciou a intenção de usar 552,5 milhões de reais, recuperados de esquemas de corrupção, para comprar vacinas contra o coronavírus. Diversos ofícios foram expedidos para saber a viabilidade da destinação dos recursos, parados em contas jurídicas. Formado por oito procuradores, com coordenação de Eduardo El Hage (foto), o grupo atua há quatro anos e meio e teve como alvos figuras a exemplo dos ex-governadores Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão.

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